domingo, 15 de julho de 2012

"Kintsugi"

Li na internet e gostei:

"Quando os japoneses consertam objetos quebrados, eles exaltam o dano preenchendo as rachaduras com ouro. Acreditam que, quando algo já sofreu danos e, portanto, tem uma história, torna-se mais bonito e único."

Fonte: 
Saulo Fong.

"A árvore não nega..."



''A Árvore não nega sua sombra nem ao lenhador."
Provérbio hindu

"Morre lentamente..."


"Somos todos visitantes deste tempo..."


"Os tristes acham que o vento..."


Revolução de 1932

No último dia 9 de julho foi feriado aqui no estado de São Paulo: qual o motivo? Uma boa parte da população desconhece.
Cartaz da Revolução

O dia 9 de julho marca o começo da Revolução de 1932, que é considerada a primeira grande revolta contra o governo de Getúlio Vargas e que tinha o objetivo de derrubar o chamado "Governo Provisório" e promulgar uma nova constituição.

Foi neste combate que tombaram nossos heróis paulistas Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo (e que desde 2011 tiveram seus nomes inscritos no Livro dos Heróis da Pátria).

O conflito durou 87 dias e o estado de São Paulo, após a Revolução de 1932, voltou a ser governado por paulistas e, em 1934, ganhamos uma nova Constituição.

Uma curiosidade: em 2012, ano em que se completa o 80º Aniversário da Revolução, felizmente ainda contamos com 41 ex-combatentes vivos (sendo o mais novo, o sr. Paulo Barros Camargo, com 96 anos).

Para quem quiser pesquisar mais sobre fatos e fotos da revolução, sugiro o seguinte blog: Tudo por São Paulo 1932 

Convite da Sociedade Veteranos de 1932 

¿Español o Castellano?

Sempre em sala de aula, meus alunos fazem tal pergunta:
qual o nome correto: espanhol ou castelhano? Há alguma diferença? Respondo que não, veja abaixo o porquê.

Muitos estudantes quando começam a aprender o espanhol ficam curiosos quanto a esta diferança, mas não há diferença alguma. Segundo o Diccionario de la Lengua Española, da Real Academia Española, são vocábulos sinônimos. 


Español: m. Lengua común de España y de muchas naciones de América, hablada también como propia en otras partes del mundo.

Castellano: m. Lengua española, especialmente cuando se quiere introducir una distinción respecto a otras lenguas habladas también como propias en España; dialecto románico nacido en Castilla la Vieja, del que tuvo su origen la lengua española.

Os termos são de épocas distintas. Como mencionado no dicionário, é de Castilla la Vieja (Castela, a Velha) que vem o dialeto castelhano que, anos mais tarde, será a língua oficial e predominante no Reino da Espanha, isto porque lá também são falados o galego (na Galícia), o basco (no País Basco) e o catalão (na Catalunha). 

Uma curiosidade: dentro da própria Espanha, mais ao norte, os habitantes preferem usar o termo "castellano"; já ao sul, na Andaluzia (terra de meu avô) e nas ilhas Canárias, eles usam o termo "español".

Agora, em outros lugares, como na América do Sul, nosso continente, talvez a dúvida surja mais por uma questão política. Os hispano-americanos (argentinos, bolivianos, chilenos, peruanos, paraguaios etc.) não admitem a ideia de que falam o idioma espanhol. Para eles, o correto é idioma castelhano (lembremos que o Reino de Castela já não mais existe, assim é mais fácil usar este termo em vez do termo espanhol, pois o Reino da Espanha ainda existe e foi o país que colonizou os demais países hispânicos). (Robson Gimenes)

Fonte:
Diccionario de la Lengua Española - Vigésima segunda edición, Real Academia Española, 2012.
 


A mundialmente famosa Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha, acabou de receber uma grande doação de um de seus ex-alunos: 75 milhões de libras esterlinas (por volta de 236 milhões de reais. A notícia foi divulgada na noite da quarta-feira, 11 de julho. A doação foi feita pelo hoje capitalista e ex-jornalista Michael Moritz, graduado em Oxford no ano de 1976, no curso de história da arte.

A doação irá se somar a um fundo que financiará 100 estudantes ingleses com renda inferior a 16 mil libras anuais. Cada um recebrá 11 mil libras para custear matrícula e manutenção durante o ano letivo. (Robson Gimenes)

Michael Moritz (capitalista britânico, 1954)