terça-feira, 19 de novembro de 2013

Dia da Bandeira e as Bandeiras Históricas do Brasil

História

A Bandeira do Brasil foi estabelecida a 19 de novembro de 1889, quatro dias após a Proclamação da República. O modelo atual é uma atualização da Bandeira Imperial. Os republicanos tiraram o brasão imperial e colocaram o losango amarelo, com o círculo azul e as 27 estrelas na cor branca.

 As Bandeiras Históricas do Brasil
 
Bandeira da Ordem de Cristo
Bandeira do Reino de Portugal
Bandeira de d. João III - Período Colonial
Bandeira Real à época do Domínio Espanhol sobre Portugal
Bandeira da Restauração - Reinado de d. João VI - Fim do Domínio Espanhol
Bandeira do Principado do Brasil
Bandeira de d. Pedro II de Portugal
Bandeira do Reino de Portugal, Brasil e Algarves
Bandeira do Regime Constitucional
Bandeira do Império do Brasil
Bandeira da República (15 a 19 de novembro de 1889)
Bandeira Nacional (a partir de 19 de novembro de 1889)
Uma curiosidade 

À época do Império, o Amarelo referia-se à Casa de Habsburgo da Áustria (homenagem à dona Leopoldina, nossa primeira Imperatriz) e o Verde, à Casa de Bragança (homenagem a dom Pedro I, nosso primeiro Imperador). Com o advento da República, a informação foi atualizada desta maneira: o Verde representando as matas, o Amarelo as riquezas, o Azul o céu sempre límpido e o Branco a Paz que deve pairar sobre o nosso amado país.

Hino à Bandeira Nacional do Brasil



Hoje é 19 de novembro: o dia de nossa Bandeira Nacional, um dos quatro símbolos nacionais. 

Em 1906, poucos anos após o estabelecimento de seu formato atual, surgiu o Hino à Bandeira do Brasil. A letra é do poeta Olavo Bilac (1865-1918) e a música do prof. Francisco Braga (1868-1945). 

A partir de um pedido do então prefeito do Rio de Janeiro, Francisco Pereira Passos, começou a ser executado na Prefeitura do Rio de Janeiro. Depois, passou a ser cantado nas escolas e, mais tarde, nas instalações militares e,por fim, acabou por se estender aos outros estados.

Infelizmente, hoje as escolas (em sua maioria) não o executam mais. Ainda bem que nas dependências militares ainda é lembrado e executado, ao menos neste dia cívico, 19 de novembro!

"Salve, lindo pendão da esperança,
Salve, símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz."

Abraço.

Robson Gimenes, Prof.


Hino à Bandeira Nacional
Letra: Olavo Bilac
Música: Francisco Braga

Salve, lindo pendão da esperança,
Salve, símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever;
E o Brasil, por seus filhos amado,
Poderoso e feliz há de ser.

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre, sagrada bandeira,
Pavilhão da Justiça e do Amor!

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

sábado, 28 de setembro de 2013

Como limpar o celular?

Você sabe como limpar o celular?
(Uma higienização correta e completa de um dispositivo celular)
 

 
Em 2013, uma pesquisa foi realizada na Inglaterra e ficou constatado que um telefone celular pode conter mais bactérias que os assentos dos vasos sanitários, as solas dos calçados e as maçanetas das portas.
O motivo de tanta sujeira está no fato de levarmos o celular a todos os lugares e, principalmente, esquecermos de limpá-lo com uma frequência mínima. Dizem que a limpeza semanal é suficiente. Logicamente que é bem variável, pois em ambiente com possíveis indícios de contaminação (hospitais, laboratórios etc.), a limpeza deve ser diária, se possível.

A limpeza
Você irá utilizar um pouco de detergente, álcool isopropílico (a 70%), pano, cotonete e lenço de papel ou algodão.

- Desligue o aparelho.
- Remova a sujeira do teclado com água e detergente.
- Nas partes internas, use pano ou cotonete seco. Nada úmido nos circuitos!
- Feito isso, passe um algodão ou lenço de papel embebido em álcool e, de preferência, espere uns dez minutos. O álcool logo evapora e não há possibilidade de danificar o dispositivo.
- Monte (feche) o aparelho e pode usá-lo.

Seguindo esses passos, com certeza e com frequência, você vai ter um aparelho sempre limpo e livre de bactérias e outras coisas contaminações normais do dia a dia.
---
Tags: Higienização de Celular, Smartphone e Tablet; Limpeza de Celular, Smartphone e Tablet; Bactérias no Celular; Como Limpar o Celular; Como limpar o Smartphone.

sábado, 24 de agosto de 2013

Os verdadeiros líderes não têm o aplauso do seu tempo, mas o têm da história


"Nas veias dos demagogos não corre o leite da ternura humana e, sim,
o vinagre da burrice ou o veneno da hipocrisia."
Roberto Campos (1917-2001)

Há governantes, líderes comunitários, empresários que vão além do seu tempo, deixando para trás uma maioria míope e reivindicadora. Têm postura de estadistas. São alvos da incompreensão, maledicência, isolamento e agressões. Num movimento pendular sobre suas cabeças, a espada de Dâmocles oscila entre o desagradável e o plausível, este, porém, muitas vezes inconseqüente.

Quando os bons dirigentes propõem mudanças, encontram uma resistência feroz por parte de muitos e o apoio tíbio de uns poucos. Confortam-se com o dever cumprido e com o julgamento da posteridade. Sim, a História

essa "juíza imparcial" - repara injustiças, mas tem o péssimo hábito de andar tão devagar que raramente alcança os grandes líderes em vida.

Há um descompasso entre o aplauso do seu tempo e o aplauso da História. Destarte, o populismo e a demagogia aliciam os líderes fracos como o canto da sereia. "Ainda não descobri a maneira infalível de governar. Mas aprendi a fórmula certa de fracassar: querer agradar a todos, ao mesmo tempo" - discursava apropriadamente John F. Kennedy (1917-1963), meses antes de ser abatido por tiros certeiros em Dallas.

Em 44 a.C., Caio Júlio César, o mais renomado imperador romano, foi atraiçoado por 23 punhaladas, vítima de uma conspiração. Suas palavras derradeiras demonstram antes de tudo um coração dilacerado pela ingratidão, especialmente de Brutus, filho único e adotivo: "Tu quoque, Brutus, fili mi!" (Até tu, Brutus, filho meu!).

"Você pode enganar todo o povo durante algum tempo e parte do povo durante todo o tempo, mas não pode enganar todo o povo todo o tempo" - se faz oportuno Abraham Lincoln, o mais venerado presidente dos EUA. Poucos desconhecem as suas vicissitudes: perdeu para deputado estadual, deputado federal, senador e foi assassinado por um fanático sulista em um teatro de Washington. Lincoln costumava repetir que, se fosse responder a todas as críticas que lhe eram dirigidas, não trataria de mais nada.

Winston Churchill, ao assumir o governo de coalizão em 1940, proclamou em seu histórico discurso: "I have nothing to offer but blood, toil, sweat and tears" (Eu não tenho nada a oferecer, a não ser sangue, trabalho, suor e lágrimas). Churchill, hodiernamente considerado o maior líder do século XX, conheceu o gosto amargo do ostracismo e da ingratidão dos ingleses: sofreu derrotas em quatro eleições.

E o que dizer do maior estadista indiano? Para Mahatma Gandhi, a pobreza é a pior forma de violência. Acusado de traidor por fanáticos hindus, em 1948 foi vitimado pelas balas de um deles. Logo ele, o apóstolo da não-violência, que costumava catequizar: "Olho por olho e o mundo acabará inteiramente cego".

Também se faz apropriada uma breve incursão no reino animal. Em algumas regiões inóspitas da Ásia, há manadas de cavalos selvagens que galopam céleres as pradarias e montanhas guiadas por um deles. É o cavalo líder e, quando este expõe os demais a uma situação de grande risco de vida, toda a tropa golpeia o líder com coices e patadas.

Um bando de macacos sempre escolhe um líder-olheiro, experiente e vivaz. Este é severamente punido se for negligente, não alertando a tempo a iminência de um perigo ou razia.

Se os animais são implacáveis com os erros e omissões de suas lideranças, nós, racionais, não deixamos por menos: defenestramos governantes. Collor e De la Rúa são os exemplos mais eloqüentes.

A presente crise argentina enseja reflexões, em face das eleições brasileiras em outubro de 2002. Nossos vizinhos têm um passado marcado pelo populismo, corrupção e impunidade. A nossa história também registra essa mazela, mas com menos ênfase.

Parafraseando Dante, os piores lugares do inferno deveriam ser reservados a esses governantes, pois geram miséria, inflação e comprometem gerações. O conspícuo filósofo grego Aristóteles (384 a.C.-322 a.C.) já advertia que "a demagogia é a perversão da democracia".

Com presumíveis 14 candidatos à Presidência brasileira, não sei o que vem pela frente. Só espero que seja pela frente, completa o humorista. É indispensável que o próximo presidente mantenha a sanidade da moeda. A inflação, de acordo com a tese publicada por Joelmir Beting, é a principal motivadora de desigualdades. Um massacre social consentido que durou 30 anos: 1,1 quatrilhão por cento de inflação no período de 1964 a 1994! Não tendo conta em banco, os mais pobres não podiam usufruir os benefícios da correção monetária.

No governo FHC, as desigualdades sociais - que a bem da verdade é obra de décadas ou séculos - pouco foram mitigadas. E paradoxalmente nunca se investiu tanto. São 23 milhões de miseráveis (14,5% da população). Destes, 45% têm menos de 15 anos. Entretanto, avançamos muito no plano econômico, institucional, político, educacional. Melhoramos bastante quanto à auto-estima, expectativa de futuro, respeito aos contratos e punição dos corruptos. Desde 1995, o país foi atacado a bombordo e a estibordo por oito crises internacionais. E superou a mais feroz: a cambial de 1999.

O atual presidente não norteou seus atos na busca da popularidade fugaz. Embora pequeno, é emblemático um episódio. O diretor de uma estatal hesitava em tomar uma decisão desagradável, mas necessária. FHC foi incisivo: "Se você não o fizer, seu sucessor o fará".


Autor: Jacir J. Venturi
Diretor de escola, cidadão Honorário de Curitiba, autor de livros e professor da UFPR (durante 26 anos) e PUC-PR (durante 11 anos)  

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Estudo revela que cantar ajuda no aprendizado de língua estrangeira


Pessoas que cantam para aprender línguas estrangeiras fixam o vocabulário com mais facilidade e por mais tempo. Falantes do inglês que participaram do estudo aprendem húngaro com mais facilidade.

Um estudo realizado pela Escola de Música da Universidade de Edimburgo, na Escócia, concluiu que cantar em uma língua estrangeira ajuda no aprendizado desse idioma. A pesquisa trabalhou com o idioma húngaro, considerado um dos mais difíceis e diferente para os europeus.

Para o estudo, vinte adultos de língua materna inglesa foram divididos em três grupos. Após ouvir frases em húngaro, um grupo as repetia cantando, o outro imitava o som ritmicamente e o último apenas as falava normalmente.

A pesquisa mostrou que o grupo cantante obteve o dobro do sucesso que o grupo que apenas repetia as frases. Além disso, os que aprenderam cantando também conseguiram se recordar das sentenças mais precisamente e por um período de tempo maior.

"O estudo fornece a primeira evidência experimental que o método escutar e repetir cantando pode auxiliar o aprendizado de um idioma, além de abrir portas para futuras pesquisas nessa área", afirma Karen Ludke, uma das autoras.

Para Ludke, outra questão a ser estudada é se a melodia serve como uma ponte para a memória, auxiliando na fixação de palavras e frases estrangeiras com mais facilidade. O estudo foi publicado na revista científica Memory&Cognition.

Benefícios para o cérebro

Outros estudos já demonstraram o benefício do aprendizado de uma segunda língua. Pesquisadores defendem que quanto mais cedo for o contato com um idioma estrangeiro, melhor será o desenvolvimento da proficiência em uma ou mais línguas. Além disso, os estudantes mais jovens ainda possuem a capacidade de adquirir pronúncia e entonação quase como um nativo.

As crianças que aprendem uma língua estrangeira no início na infância demonstram certas vantagens cognitivas sobre as demais. Uma pesquisa realizada no Canadá mostra que aqueles que são bilíngues entendem mais cedo o conceito de "permanência do objeto", ou seja, que um objeto permanece o mesmo apesar de receber um nome diferente em outro idioma.

Estudos mostram ainda que a aprendizagem de uma língua estrangeira aumenta as habilidades de pensamento crítico, criatividade e flexibilidade em crianças pequenas.

Autoria: Clarissa Neher 

---
Fonte: http://www.dw.de/ - Acesso em 31/7/2013

sábado, 15 de junho de 2013

Conteúdo das Intermediárias de Inglês - 2º Trimestre



Avaliações Intermediárias de Inglês – Prof. Robson
(2º Trimestre)

6º Ano (INGLÊS) - 27/6/2013
Compreensão Textual
Cores
Alimentos
Preposições de Lugar
There is / There are

7º Ano (INGLÊS) - 27/6/2013
Compreensão Textual
Presente Simples (DO/DOES)
Advérbios
Presente Contínuo
Horas
Passado Simples

8º Ano (INGLÊS) - 26/6/2013
Compreensão Textual
Passado Simples
Pronomes Interrogativos (Wh-questions)
Passado Contínuo
Tag-question
Verbos Modais

9º Ano (INGLÊS) - 27/6/2013
Compreensão Textual
Passado Simples
Passado Contínuo
Futuro Simples (Will)

1ª Série (INGLÊS) - 24/6/2013
Compreensão Textual
Presente Simples (DO/DOES)
Adjetivos
Verbos Modais
Comparativos

2ª Série (INGLÊS) - 24/6/2013

Compreensão Textual
Presente Perfeito
Discursos Direto e Indireto
Conectivos

3ª Série (INGLÊS) - 24/6/2013

Compreensão Textual
Tempos Verbais: Tipos de Passado
Tempos Verbais: Tipos de Presente
Tempos Verbais: Tipos de Futuro
Condicional

Festa Junina - Colégio Objetivo Vila Mercês - 2026

  Ontem, dia 13 de junho de 2026, realizou-se no Colégio Objetivo Vila Mercês, a sua primeira Festa Junina. Muitos alunos, seus familiares e...