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domingo, 14 de junho de 2026
Festa Junina - Colégio Objetivo Vila Mercês - 2026
sábado, 6 de junho de 2026
6 de junho de 1986: Robson Gimenes 40 Anos de Magistério
Hoje, dia 6 de junho de 1986, completo os meus 40 anos de magistério e ainda estou na ativa.
Entre as matérias que eu me lembro de ter lecionado estão: Português, Inglês, Espanhol, Caligrafia, Inglês Instrumental, Português Instrumental, Português para Radiologia, Português para Enfermagem, Metodologia Científica etc.
E entre os segmentos em que lecionei estão: Curso Livre de Idiomas, o Ensino Fundamental I (Anos Iniciais), o Ensino Fundamental II (Anos Finais), o Ensino Médio, a Pós-Graduação, aulas de reforço e aulas particulares.
Acredito que por mais alguns anos ainda estarei neste belo e prazeroso ofício!
Robson Gimenes, Prof.
domingo, 17 de maio de 2026
6º Ano - Mapa Mental - "Um mundo de histórias de países diferentes" - 2026
Pessoal:
Eis o nosso livro: Um mundo de histórias de países diferentes, de Graziella Fávaro.
Itens opcionais: podem ser usados desenhos próprios e imagens coladas.
Data máxima de entrega: 1º de junho de 2026.
Não se esqueça de colocar o seu nome atrás do trabalho (em destaque):
SEU NOME, 6º ANO, MAPA MENTAL
Grato pela atenção.
Robson Gimenes, Prof.
8º Ano - Mapa Mental - "Poe em preto e branco" - 2026
Pessoal:
Faremos um mapa mental do livro Poe em preto e branco, de Edgar Allan Poe.
Itens opcionais: podem ser usados desenhos próprios e imagens coladas.
Data máxima de entrega: 1º de junho de 2026.
Não se esqueça de colocar o seu nome atrás do trabalho (em destaque):
SEU NOME, 8º ANO, MAPA MENTAL
Grato pela atenção.
Robson Gimenes, Prof.
1º Médio - Mapa Mental - "Sonetos" de Camões - 2026
Pessoal:
Faremos um mapa mental do livro Soneto, de Luís Vaz de Camões.
Itens obrigatórios:
- Nome do livro em destaque;
- Autor e Pequena Biografia do Autor;
- Contexto Histórico / Literário: o aluno indica o período (Classicismo/Renascimento do século XVI) e como as ideias da época (humanismo, neoplatonismo) influenciam os poemas;
- Análise Temática: o aluno deve identificar os grandes temas dos sonetos;
- Soneto de Destaque: o aluno escolhe um soneto (apresenta o soneto escrito) que mais o impressionou e faz uma breve análise do fechamento / conclusão da ideia daquele poema específico (a chamada "chave de ouro" do soneto);
- Voz e Estrutura Poética: na poesia, não há personagens, há a voz que fala. O aluno deve definir o perfil desse "Eu Lírico": ele é um amante sofredor? Um filósofo desiludido com o mundo? Um observador da natureza?
- Foco e Tipo de Voz: Avaliar se a voz poética fala em 1ª pessoa (expressando sentimentos íntimos: "Transforma-se o amador na cousa amada") ou em 3ª pessoa (narrando uma cena mitológica ou bíblica: "Sete anos de pastor...").
- Forma e Métrica: o aluno analisa a estrutura técnica: os sonetos são de estilo clássico (dois quartetos e dois tercetos)? Usam versos decassílabos (medida nova)? Há rimas ricas?
- Elementos Finais: pode ser uma curiosidade sobre as musas inspiradoras de Camões, o fato de ele ter salvo seus manuscritos em um naufrágio, ou como alguns sonetos viraram músicas séculos depois.
- Minha Opinião (Crítica): o que o aluno achou da leitura? A linguagem do século XVI foi muito difícil? Os sentimentos de Camões ainda são atuais?
- Bibliografia / Fontes: indicar o livro e os sites consultados.
Faça com capricho e LETRA LEGÍVEL. Utilize lápis de cor ou canetas de várias cores (mas não pode entregar o mapa feito a lápis!). Não será aceito trabalho feito a lápis!!! Use caneta!!!
Itens opcionais: podem ser usados desenhos próprios e imagens coladas.
Data máxima de entrega: 1º de junho de 2026.
Não se esqueça de colocar o seu nome atrás do trabalho (em destaque):
SEU NOME, 1º MÉDIO, MAPA MENTAL
Grato pela atenção.
Robson Gimenes, Prof.
sábado, 16 de maio de 2026
7º Ano - Mapa Mental - "No fundo dos teus olhos" - 2026
Pessoal:
Faremos um mapa mental do livro No fundo dos teus olhos, de Giselda Laporta Nicolelis.
O mapa mental deverá apresentar:
Itens obrigatórios:
- nome do livro,
- nome do autor e pequena biografia do autor,
- enredo (história do livro sem o final),
- desfecho (apenas o final da história),
- personagens principais,
- foco narrativo (1ª ou 3ª pessoa),
- tipo de narrador (observador ou participante),
- espaço (local),
- tempo (cronológico ou psicológico),
- uma curiosidade do livro ou da história,
- sua opinião sobre o livro e
- a bibliografia (ou sites utilizados para a pesquisa).
Faça com capricho e LETRA LEGÍVEL. Utilize lápis de cor ou canetas de várias cores (mas não pode entregar o mapa feito a lápis!). Não será aceito trabalho feito a lápis!!! Use caneta!!!
Itens opcionais: podem ser usados desenhos próprios e imagens coladas.
Data máxima de entrega: 1º de junho de 2026.
Não se esqueça de colocar o seu nome atrás do trabalho (em destaque):
SEU NOME, 7º ANO, MAPA MENTAL
Grato pela atenção.
Robson Gimenes, Prof.
9º Ano - Mapa Mental - "Uma travessia perigosa" - 2026
Pessoal:
Faremos um mapa mental do livro Uma travessia perigosa, de Jane Mitchell.
O mapa mental deverá apresentar:
Itens obrigatórios:
- nome do livro,
- nome do autor e pequena biografia do autor,
- enredo (história do livro sem o final),
- desfecho (apenas o final da história),
- personagens principais,
- foco narrativo (1ª ou 3ª pessoa),
- tipo de narrador (observador ou participante),
- espaço (local),
- tempo (cronológico ou psicológico),
- uma curiosidade do livro ou da história,
- sua opinião sobre o livro e
- a bibliografia (ou sites utilizados para a pesquisa).
Faça com capricho e LETRA LEGÍVEL. Utilize lápis de cor ou canetas de várias cores (mas não pode entregar o mapa feito a lápis!). Não será aceito trabalho feito a lápis!!! Use caneta!!!
Itens opcionais: podem ser usados desenhos próprios e imagens coladas.
SEU NOME, 9º ANO, MAPA MENTAL
Grato pela atenção.
Robson Gimenes, Prof.
2º Médio - Mapa Mental - "O Cortiço" - 2026
Pessoal:
Faremos um mapa mental do livro O cortiço, de Aluísio Azevedo.
O mapa mental deverá apresentar:
Itens obrigatórios:
- nome do livro,
- nome do autor e pequena biografia do autor,
- enredo (história do livro sem o final),
- desfecho (apenas o final da história),
- personagens principais,
- foco narrativo (1ª ou 3ª pessoa),
- tipo de narrador (observador ou participante),
- espaço (local),
- tempo (cronológico ou psicológico),
- uma curiosidade do livro ou da história,
- sua opinião sobre o livro e
- a bibliografia (ou sites utilizados para a pesquisa).
Faça com capricho e LETRA LEGÍVEL. Utilize lápis de cor ou canetas de várias cores (mas não pode entregar o mapa feito a lápis!). Não será aceito trabalho feito a lápis!!! Use caneta!!!
Itens opcionais: podem ser usados desenhos próprios e imagens coladas.
SEU NOME, 2º MÉDIO, MAPA MENTAL
Grato pela atenção.
Robson Gimenes, Prof.
3º Médio - Mapa Mental - "Opúsculo Humanitário" - 2026
Pessoal:
Faremos um mapa mental como trabalho do livro "Opúsculo Humanitário", de Nísia Floresta.
Usar LETRA LEGÍVEL.
Pode usar lápis de cor ou canetas de várias cores.
Mas não pode usar LÁPIS!!! Não será aceito trabalho feito a
lápis!!! Use caneta!!!
Itens obrigatórios:
Núcleo Central: Nome do livro, nome da autora e uma
pequena biografia de Nísia Floresta (destacando seu pioneirismo).
Eixo Temático: Qual é a tese principal do livro? O
que a autora está defendendo e criticando ao longo da obra?
Figuras Históricas e Alvos: Quem são os sujeitos do
livro? (Ex: as mulheres brasileiras, as civilizações antigas citadas, os
homens/sociedade patriarcal da época).
Foco Discursivo: Em que pessoa o texto é escrito?
Qual é o tom da autora? (Ex: argumentativo, persuasivo, irônico, em 1ª pessoa
do singular/plural).
Espaço e Contexto: Onde e para quem o livro foi
escrito? (O Brasil Imperial do século XIX, a sociedade carioca/brasileira).
Tempo Histórico: Em que ano foi publicado? Qual era o
contexto histórico da condição feminina naquela época?
Curiosidade: Um fato marcante sobre a vida de Nísia
Floresta ou sobre o impacto / recepção desta obra na época.
Sua Opinião Crítica: O que você achou dos argumentos
da autora? Eles ainda são atuais? O que mudou e o que permanece igual?
Fontes: Bibliografia ou sites de referência
utilizados.
Itens opcionais:
- desenhos próprios
- imagens coladas
- cores extravagantes
Itens recomendáveis:
- curiosidade (ao menos uma!)
- imagens
- cores
- capricho no trabalho
Data de entrega: 3 de junho de 2026
O trabalho é individual.
Não se esqueça de colocar o seu nome atrás do trabalho (em
destaque):
SEU NOME, 3º MÉDIO A, MAPA MENTAL
Grato pela atenção.
Robson Gimenes, Prof.
quinta-feira, 12 de março de 2026
1º Médio - Mapa Mental - "Contos" de Machado de Assis - 2026
Pessoal:
Faremos um mapa mental do livro Contos,
de Machado de Assis.
O livro apresenta 9 contos. O
mapa mental será do conto “O alienista”. Leia este conto e coloque no seu mapa
os seguintes itens:
Itens obrigatórios:
- nome do livro (e do
conto),
- nome do autor e pequena
biografia do autor,
- enredo (história do livro sem o
final),
- desfecho (apenas o final da
história),
- personagens principais,
- foco narrativo (1ª ou 3ª
pessoa),
- tipo de narrador (observador ou
participante),
- espaço (local),
- tempo (cronológico ou
psicológico),
- uma curiosidade do livro ou da
história,
- sua opinião sobre o livro
e
- a bibliografia (ou sites
utilizados para a pesquisa).
Faça com capricho e LETRA
LEGÍVEL. Utilize lápis de cor ou canetas de várias cores (mas não pode entregar
o mapa feito a lápis!). Não será aceito trabalho feito a lápis!!! Use
caneta!!!
Itens opcionais: podem ser
usados desenhos próprios e imagens coladas.
Data: até segunda-feira,
23 de março de 2026.
Não se esqueça de colocar o seu
nome atrás do trabalho (em destaque):
SEU NOME, 1º MÉDIO, MAPA MENTAL
Segue um modelo:
Grato pela atenção.
Robson Gimenes, Prof.
8º Ano - Mapa Mental - "As cores da escravidão" - 2026
Pessoal:
Faremos um mapa mental do livro As
cores da escravidão, de Ieda de Oliveira.
O mapa mental deverá apresentar:
Itens obrigatórios:
- nome do livro,
- nome do autor e pequena
biografia do autor,
- enredo (história do livro sem o
final),
- desfecho (apenas o final da
história),
- personagens principais,
- foco narrativo (1ª ou 3ª
pessoa),
- tipo de narrador (observador ou
participante),
- espaço (local),
- tempo (cronológico ou
psicológico),
- uma curiosidade do livro ou da
história,
- sua opinião sobre o livro
e
- a bibliografia (ou sites
utilizados para a pesquisa).
Faça com capricho e LETRA
LEGÍVEL. Utilize lápis de cor ou canetas de várias cores (mas não pode entregar
o mapa feito a lápis!). Não será aceito trabalho feito a lápis!!! Use
caneta!!!
Itens opcionais: podem ser
usados desenhos próprios e imagens coladas.
Data: segunda-feira, 23 de
março de 2026.
Não se esqueça de colocar o seu
nome atrás do trabalho (em destaque):
SEU NOME, 8º ANO, MAPA MENTAL
Segue um modelo:
Grato pela atenção.
Robson Gimenes, Prof.
7º Ano - Mapa Mental - "Ninguém me entende nessa casa" - 2026
Pessoal:
Faremos um mapa mental do livro Ninguém
me entende nessa casa, de Leo Cunha, Editora FTD.
O livro apresenta 26 crônicas.
Escolha 2 crônicas do seu livro para fazer o mapa mental.
Itens obrigatórios:
- nome do livro,
- nome do autor e pequena
biografia do autor,
- mencione que o livro é composto
de 26 crônicas (e explique o que é uma crônica).
Para cada crônica, mencione:
- resumo, personagens, tipo de
narrador (observador ou participante) e o espaço (local).
Coloque também:
- uma curiosidade do livro ou do
autor,
- sua opinião sincera sobre o
livro e
- a bibliografia (ou sites
utilizados para a pesquisa).
Faça com capricho e LETRA
LEGÍVEL. Utilize lápis de cor ou canetas de várias cores (mas não pode entregar
o mapa feito a lápis!). Não será aceito trabalho feito a lápis!!! Use
caneta!!!
Itens opcionais: podem ser
usados desenhos próprios e imagens coladas.
Data: até segunda-feira, 23
de março de 2026.
Não se esqueça de colocar o seu
nome atrás do trabalho (em destaque):
quarta-feira, 11 de março de 2026
9º Ano - Mapa Mental - "A montanha da água lilás" - 2026
Pessoal:
Faremos um mapa mental do livro A montanha da água lilás, de Pepetela.
O mapa mental deverá apresentar:
Itens obrigatórios:
- nome do livro,
- nome do autor e pequena biografia do autor,
- enredo (história do livro sem o final),
- desfecho (apenas o final da história),
- personagens principais,
- foco narrativo (1ª ou 3ª pessoa),
- tipo de narrador (observador ou participante),
- espaço (local),
- tempo (cronológico ou psicológico),
- uma curiosidade do livro ou da história,
- sua opinião sobre o livro e
- a bibliografia (ou sites utilizados para a pesquisa).
Faça com capricho e LETRA LEGÍVEL. Utilize lápis de cor ou canetas de várias cores (mas não pode entregar o mapa feito a lápis!). Não será aceito trabalho feito a lápis!!! Use caneta!!!
Itens opcionais: podem ser usados desenhos próprios e imagens coladas.
SEU NOME, 9º ANO, MAPA MENTAL
Segue um modelo:
Grato pela atenção.
Robson Gimenes, Prof.
terça-feira, 10 de março de 2026
3º Médio - Mapa Mental - "Dom Casmurro" - 2026
Pessoal:
Faremos um mapa mental do livro Dom Casmurro, de Machado de Assis.
O mapa mental deverá apresentar:
Itens obrigatórios:
- nome do livro,
- nome do autor e pequena biografia do autor,
- enredo (história do livro sem o final),
- desfecho (apenas o final da história),
- personagens principais,
- foco narrativo (1ª ou 3ª pessoa),
- tipo de narrador (observador ou participante),
- espaço (local),
- tempo (cronológico ou psicológico),
- uma curiosidade do livro ou da história,
- sua opinião sobre o livro e
- a bibliografia (ou sites utilizados para a pesquisa).
Faça com capricho e LETRA LEGÍVEL. Utilize lápis de cor ou canetas de várias cores (mas não pode entregar o mapa feito a lápis!). Não será aceito trabalho feito a lápis!!! Use caneta!!!
Itens opcionais: podem ser usados desenhos próprios e imagens coladas.
SEU NOME, 3º MÉDIO, MAPA MENTAL
Segue um modelo:
Grato pela atenção.
Robson Gimenes, Prof.
2º Médio - Mapa Mental - "Dom Casmurro" - 2026
Pessoal:
Faremos um mapa mental do livro Dom Casmurro, de Machado de Assis.
O mapa mental deverá apresentar:
Itens obrigatórios:
- nome do livro,
- nome do autor e pequena biografia do autor,
- enredo (história do livro sem o final),
- desfecho (apenas o final da história),
- personagens principais,
- foco narrativo (1ª ou 3ª pessoa),
- tipo de narrador (observador ou participante),
- espaço (local),
- tempo (cronológico ou psicológico),
- uma curiosidade do livro ou da história,
- sua opinião sobre o livro e
- a bibliografia (ou sites utilizados para a pesquisa).
Faça com capricho e LETRA LEGÍVEL. Utilize lápis de cor ou canetas de várias cores (mas não pode entregar o mapa feito a lápis!). Não será aceito trabalho feito a lápis!!! Use caneta!!!
Itens opcionais: podem ser usados desenhos próprios e imagens coladas.
SEU NOME, 2º MÉDIO, MAPA MENTAL
Segue um modelo:
Grato pela atenção.
Robson Gimenes, Prof.
6º Ano - Mapa Mental - "Vendedor de Sustos" - 2026
Pessoal:
Faremos um mapa mental do livro Vendedor de sustos, de João Anzanello Carrascoza, Editora FTD.
O livro apresenta 5 contos. O mapa mental será do conto que dá nome ao livro "Vendedor de sustos". Leia este conto e coloque no seu mapa os seguintes itens:
Itens obrigatórios:
- nome do livro (e do conto),
- nome do autor e pequena biografia do autor,
- enredo (história do livro sem o final),
- desfecho (apenas o final da história),
- personagens principais,
- foco narrativo (1ª ou 3ª pessoa),
- tipo de narrador (observador ou participante),
- espaço (local),
- tempo (cronológico ou psicológico),
- uma curiosidade do livro ou da história,
- sua opinião sobre o livro e
- a bibliografia (ou sites utilizados para a pesquisa).
Faça com capricho e LETRA LEGÍVEL. Utilize lápis de cor ou canetas de várias cores (mas não pode entregar o mapa feito a lápis!). Não será aceito trabalho feito a lápis!!! Use caneta!!!
Itens opcionais: podem ser usados desenhos próprios e imagens coladas.
SEU NOME, 6º ANO, MAPA MENTAL
Segue um modelo:
Grato pela atenção.
Robson Gimenes, Prof.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
1º Médio - Roteiro de Estudo P1 de Literatura e Arte - Março de 2026
ROTEIRO DE ESTUDO
Prova Mensal de Literatura P1- 1º Médio
Humanismo | Contos | Machado de Assis
LITERATURA
A Poesia Lírica no Humanismo
O Humanismo foi um movimento
cultural e literário que surgiu na Europa entre os séculos XIV e XVI, marcando
a transição entre a Idade Média e o Renascimento. Em Portugal, o período
humanista na literatura vai aproximadamente de 1434 a 1527. A poesia lírica
desse momento se caracteriza por uma volta à tradição greco-latina e por uma
maior valorização do ser humano — daí o nome "humanismo".
A poesia lírica humanista herda
as formas medievais, como a cantiga (de amor, de amigo e de escárnio), mas
passa a incorporar temas mais reflexivos, com atenção à vida cotidiana, à
natureza e ao sentimento amoroso.
Características principais da
poesia lírica humanista: expressão dos sentimentos do "eu",
valorização do amor platônico, uso de figuras de linguagem como a metáfora e o
apóstrofe, estrutura em redondilhas (versos de 5 ou 7 sílabas) e, mais tarde, o
soneto de influência italiana.
Poesia e Ficção
A poesia é uma forma de expressão
que organiza a linguagem de maneira especial — com ritmo, musicalidade, imagens
e escolhas cuidadosas de palavras — para transmitir emoções, ideias e visões de
mundo. A ficção, por sua vez, é toda narrativa que constrói uma realidade
imaginada, mesmo que inspirada em fatos reais.
O ponto de contato entre os dois
é que tanto a poesia quanto a ficção não são cópias da realidade: são
representações elaboradas, criações da linguagem.
O Fingimento Poético em
"Autopsicografia", de Fernando Pessoa
Fernando Pessoa (1888–1935) é o
maior poeta da língua portuguesa do século XX. Ele criou os famosos heterônimos
— personagens com biografia, estilo e visão de mundo próprios — como Alberto
Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos. O poema "Autopsicografia"
foi escrito sob o nome do próprio Pessoa (o chamado "ortônimo").
O poema:
O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que leem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama o coração.
O que é o fingimento poético?
Pessoa propõe que o poeta não expressa diretamente o que sente. Ele transforma
a emoção vivida em emoção poética — ou seja, recria o sentimento pela
linguagem. Há três níveis no poema: a dor real do poeta, a dor fingida
(transformada em arte) e a dor sentida pelo leitor (que é diferente das duas
anteriores). A poesia, portanto, não é confissão — é construção.
O Eu Lírico nos Poemas
O eu lírico é a voz que
fala no poema. Não se confunde com o autor: é uma persona criada para expressar
sentimentos, reflexões e visões. Assim como um ator não é o personagem que
interpreta, o poeta não é o eu lírico — mesmo quando escreve em primeira
pessoa.
O Movimento da Poesia Concreta
A Poesia Concreta surgiu
no Brasil na década de 1950, encabeçada pelo grupo Noigandres, formado
por Augusto de Campos, Haroldo de Campos e Décio Pignatari. O manifesto
"Plano-Piloto para Poesia Concreta" (1958) definiu suas bases
teóricas.
Características principais:
A poesia concreta rompe com a
linearidade do verso tradicional. O poema passa a ser tratado como um objeto
visual: as palavras são dispostas na página de forma não convencional,
explorando o espaço gráfico. O som, o sentido e a forma visual se integram numa
só experiência. A pontuação e a sintaxe tradicional são abandonadas. As
palavras podem ser repetidas, fragmentadas ou combinadas de maneiras inusitadas
para criar novos sentidos.
"A Cartomante", de
Machado de Assis — A Personalidade de Rita
"A Cartomante" (1884) é
um conto de Machado de Assis que narra um triângulo amoroso entre Camilo,
Vilela (seu amigo) e Rita (esposa de Vilela), que se tornou amante de Camilo.
Rita é uma personagem de
personalidade marcante: sedutora, determinada e supersticiosa. É ela quem
procura a cartomante quando tem medo de perder o amante, e é sua imprudência —
escrever uma carta comprometedora — que desencadeia o trágico final. Rita
acredita nas previsões da cartomante ("não tema nada"), o que a torna
cega para o perigo real.
"Uns Braços", de
Machado de Assis — O Narrador e os Sonhos
"Uns Braços" (1885) é
um conto em que Inácio, um jovem de 15 anos que vive como agregado na casa de
Borges, desenvolve uma obsessão pelos braços de Dona Severina, esposa do
patrão.
Na cena em questão, Dona
Severina observa Inácio dormir e o narrador aproveita para fazer uma
reflexão sobre os sonhos. O rapaz, enquanto dorme, sorri — provavelmente
sonhando com os braços dela. Severina percebe isso e sente uma mistura de
curiosidade, vaidade e turbação.
O Estilo Machadiano
Machado de Assis (1839–1908) é
considerado o maior escritor da literatura brasileira. Fundador da Academia
Brasileira de Letras, sua obra é dividida em duas fases: a romântica (antes de
1880) e a realista (a partir de Memórias Póstumas de Brás Cubas, 1881).
O que torna Machado original?
Na estrutura narrativa,
Machado rompe com a linearidade. Seus narradores são não confiáveis. Há
constantes digressões, interpelações ao leitor, capítulos brevíssimos e saltos
temporais.
No tom, há uma ironia fina
e cortante que nunca é panfletária. Essa ironia é sofisticada porque se esconde
sob uma linguagem elegante e aparentemente neutra.
Na construção dos personagens,
Machado mergulha na psicologia — nos autoenganos, nas motivações inconscientes,
nas contradições humanas. Rita, em "A Cartomante", e Dona Severina,
em "Uns Braços", são exemplos de personagens que não são simplesmente
bons ou maus, mas complexos e verossímeis.
ARTE
O Conceito de Arte e sua
Função como Expressão Humana
Arte é uma forma de linguagem —
talvez a mais antiga que o ser humano desenvolveu. Ela não precisa ser
"bonita" nem seguir regras fixas: o que a define é a intencionalidade
expressiva, ou seja, a vontade de comunicar algo por meio de uma forma
sensível (visual, sonora, corporal, verbal).
As funções da arte ao longo da
história são múltiplas. Ela pode ter função ritual ou religiosa, função política,
função estética, função crítica ou função catártica —
a arte como forma de processar emoções e experiências.
As Vênus do Paleolítico
Superior
As estatuetas conhecidas como
"Vênus" foram produzidas durante o Paleolítico Superior
(aproximadamente entre 40.000 e 10.000 a.C.) e são encontradas em toda a
Europa, do Atlântico à Sibéria. A mais famosa é a Vênus de Willendorf,
descoberta na Áustria e datada de cerca de 25.000 a.C.
O que isso significa? As
partes do corpo relacionadas à fertilidade e à maternidade são
hipervalorizadas, enquanto o rosto (a identidade individual) é ignorado. Isso
sugere que a figura não representa uma mulher específica, mas um símbolo.
2º Médio - Roteiro de Estudo P1 de Literatura - Março de 2026
ROTEIRO DE ESTUDO
Prova Mensal de Literatura P1- 2º Médio
Realismo | Dom Casmurro | Eça de Queirós | Machado de Assis
Parte 1 – O que é
Literatura?
Antes de mergulharmos
no Realismo, é fundamental entender o que faz um texto ser literário.
1.1 Características do
Texto Literário
A literatura é uma
forma de arte que usa a linguagem como matéria-prima. Mas não é qualquer uso da
linguagem: enquanto uma notícia quer informar de forma objetiva e direta, o
texto literário usa a linguagem de maneira estética e conotativa — ou seja, as palavras
ganham novos significados, provocam emoções e abrem espaço para múltiplas
interpretações.
Exemplo prático:
|
Texto informativo: "O sol nasce às 6h12 em São Paulo nesta
segunda-feira." Texto literário: "E o sol, indiferente, acordou mais uma vez
sobre a cidade barulhenta, sem saber que naquele dia uma criança aprendia a
ler pela primeira vez." |
2.1 O que é o Realismo?
O Realismo foi um
movimento literário e cultural que surgiu na segunda metade do século XIX,
principalmente a partir de 1850 na Europa, chegando ao Brasil por volta de
1881. Ele surgiu como uma reação ao Romantismo — a escola anterior — que
valorizava a emoção, a imaginação, o idealismo e a fuga da realidade.
O Realismo fez o
oposto: quis olhar para a realidade como ela é, com todos os seus problemas,
hipocrisias e contradições.
2.2 Romantismo x
Realismo: a grande virada
|
Romantismo |
Realismo |
|
Idealização do amor e dos personagens |
Análise psicológica e crítica social |
|
Emoção, sentimentos exaltados |
Razão, objetividade, observação |
|
Fuga da realidade |
Retrato fiel e crítico da realidade |
|
Herói perfeito, sem defeitos |
Personagem complexo, cheio de contradições |
|
Linguagem rebuscada e emocional |
Linguagem clara, irônica, analítica |
|
Amor idealizado e impossível |
Casamento como contrato social |
Em 1871, em Lisboa,
ocorreu uma série de palestras chamadas Conferências do Casino. Eça de Queirós
foi um dos participantes e definiu o Realismo como um movimento dedicado à
análise racional e à crítica dos costumes e das instituições sociais. Para Eça,
a literatura devia ser uma ferramenta de transformação social — denunciar
hipocrisias, expor os problemas da burguesia e questionar as estruturas da
sociedade.
|
A fórmula do Realismo segundo Eça de Queirós: Arte = Análise racional da sociedade + Crítica dos
costumes e instituições + Verossimilhança (parecer verdadeiro) |
Verossimilhança vem do
latim "verus similis" = que parece verdadeiro. Uma obra realista não
precisa ser literalmente verdadeira (como um documentário), mas precisa parecer
verdadeira — ser coerente com a realidade que conhecemos, respeitar a lógica
dos comportamentos humanos e evitar o sobrenatural ou o impossível.
Exemplo:
|
Um romance realista pode inventar personagens e
situações, mas eles devem agir como pessoas reais agem: com motivações
compreensíveis, limitações humanas, contradições internas. Se um personagem
mente para proteger sua posição social, isso é verossímil. Se de repente voa
pelos ares sem explicação, isso quebra a verossimilhança realista. |
Um dos pilares do
Realismo é usar a literatura como instrumento de denúncia. Os autores realistas
não escreviam só para entreter — queriam expor problemas reais da sociedade. Os
principais alvos eram:
●
A
hipocrisia da burguesia (a classe média alta que fingia ser virtuosa, mas
escondia vícios).
●
As
desigualdades sociais e econômicas.
●
A
instituição do casamento como arranjo social, não como amor genuíno.
●
O
comportamento dos agregados e dependentes nas casas ricas.
●
A
Igreja e o poder religioso sobre as famílias.
●
A
escravidão e suas consequências no Brasil.
Eça de Queirós
(1845–1900) é considerado o maior representante da prosa realista em Portugal.
Suas obras mais famosas incluem O Crime do Padre Amaro, O Primo Basílio e
A Relíquia. Eça renovou completamente a linguagem do romance português,
abandonando o estilo rebuscado e emocional do Romantismo para adotar uma prosa
mais irônica, precisa e analítica.
Parte 3 – Dom Casmurro
e Machado de Assis
3.1 Machado de Assis –
O Realismo Brasileiro
Joaquim Maria Machado
de Assis (1839–1908) é o maior nome da literatura brasileira e o principal
representante do Realismo no Brasil. Nascido no Rio de Janeiro, filho de um
pintor mulato e uma lavadeira portuguesa, Machado superou todas as adversidades
sociais para se tornar um escritor brilhantíssimo, fundador da Academia
Brasileira de Letras.
Suas obras se dividem
em duas fases. A primeira fase (Romântica) inclui livros como Ressurreição
e A Mão e a Luva. A segunda fase (Realista), que começa com Memórias
Póstumas de Brás Cubas (1881), é a mais importante, com Dom Casmurro
(1899) e Quincas Borba.
3.2 Dom Casmurro –
Resumo da Obra
Dom Casmurro é narrado em primeira
pessoa por Bento Santiago, um advogado rico que ficou conhecido pelo apelido
'Dom Casmurro' (dado por um jovem poeta que ele não quis ouvir declamar versos
numa noite de trem — 'dom' era irônico, e 'casmurro' significa fechado, taciturno).
Na velhice, Bento
escreve suas memórias tentando "atar as duas pontas da vida" — ou
seja, recuperar o passado e encontrar sentido para sua vida. Ele conta como se
apaixonou por Capitu, sua vizinha desde a infância, como precisou ir para o
seminário (pois a mãe tinha feito uma promessa a Deus), como se casou com
Capitu, e como chegou à convicção de que ela o traiu com seu melhor amigo,
Escobar.
3.3 A Evocação da
Memória – Narrador em Primeira Pessoa
Dom Casmurro é um
romance memorialista: o narrador Bento conta fatos do passado a partir de sua
perspectiva atual, já velho e ressentido. Isso é fundamental para entender a
obra!
|
Por que o narrador não é confiável? Bento Santiago tem ciúme e mágoa ao narrar. Ele
seleciona as memórias que quer contar, interpreta os gestos de Capitu à luz
de sua desconfiança, e tenta convencer o leitor de que foi traído. Mas será
que foi mesmo? O leitor nunca tem provas concretas — só a versão de Bento. Um narrador não confiável é aquele cuja versão dos
fatos pode ser questionada porque é influenciada por seus próprios
sentimentos, traumas ou interesses. |
Bento descreve os olhos
de Capitu como 'olhos de ressaca' — profundos, misteriosos, que puxavam para
dentro. Essa metáfora é ambígua: pode representar a beleza hipnotizante de
Capitu, mas também a ideia de que ela era perigosa, que 'arrastava' os homens.
Machado usa a linguagem do próprio narrador para mostrar sua obsessão e
desconfiança.
3.4 A Digressão –
Técnica Narrativa de Machado
Machado de Assis era
famoso por interromper o fluxo da narrativa para conversar diretamente com o
leitor ou fazer comentários filosóficos e irônicos sobre o que estava
escrevendo. Essa técnica se chama digressão.
As digressões também
servem para o narrador tentar persuadir o leitor de sua versão da história — o
que reforça a ideia de que Bento não é confiável.
3.5 Os Personagens e a
Crítica Social
José Dias – O Agregado
José Dias é um dos
personagens mais interessantes de Dom Casmurro. Ele é um 'agregado' — alguém
que não é da família, mas vive na casa de Dona Glória, come à mesa dos donos e
depende deles para sobreviver. Em troca, oferece adulação, bajulação e pequenos
serviços.
|
Característica |
Romantismo (Antigo) |
Realismo (Foco da
Prova) |
|
Visão de Mundo |
Idealização e Sonho |
Análise Crítica e
Racional |
|
Personagens |
Heróis Perfeitos |
Seres com falhas e
vícios |
|
Linguagem |
Rebuscada e
Sentimental |
Direta, objetiva e
irônica |
|
Temática |
Escapismo e Passado |
Problemas Sociais e
Presente |
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