segunda-feira, 5 de novembro de 2012

A fim de aprender a finalidade e o sentido da vida...

Wilhelm Reich (1896-1957)

"A fim de aprender a finalidade e o sentido da vida, é preciso amar a vida por ela mesma, inteiramente; mergulhar, por assim dizer, no redemoinho da vida. Somente então apreender-se-á o sentido da vida, compreender-se-á para que se vive. A vida é algo que, ao contrário de tudo criado pelo homem, não necessita de teoria, quem aprende a prática da vida também assimila sua teoria."

sábado, 20 de outubro de 2012

A Geração Z



Características e perspectivas de uma juventude
que conhece a internet desde a infância

Há certa resistência entre alguns estudiosos em usar termos muito fechados para definir povos, regiões ou gerações. Argumentam que definições simplificam os problemas e que toda simplificação tende a superficializar o debate. Outra corrente defende que, ainda que possam simplificar o debate, as definições têm o mérito de orientar as discussões. Fiquemos com a segunda opção. Até pouco tempo atrás, livros e filmes ainda falavam da Geração X, aquela que substituiu os yuppies dos anos 80. Essa turma preferia o bermudão e a camisa de flanela à gravata colorida e ao relógio Rolex, ícones de seus antecessores. Isso foi no início dos anos 90. Recentemente, o mercado publicitário saudou a maioridade da Geração Y, formada pelos jovens nascidos do meio para o fim da década de 70, que assistiram à revolução tecnológica. Ao contrário de seus antecessores slackers – algo como "largadões", em inglês –, os adolescentes da metade dos anos 90 eram consumistas. Mas não de roupas, e sim de traquitanas eletrônicas. Agora, começa-se a falar na Geração Z, que engloba os nascidos em meados da década de 80.
 
A grande nuance dessa geração é zapear. Daí o Z. Em comum, essa juventude muda de um canal para outro na televisão. Vai da internet para o telefone, do telefone para o vídeo e retorna novamente à internet. Também troca de uma visão de mundo para outra, na vida.  

Garotas e garotos da Geração Z, em sua maioria, nunca conceberam o planeta sem computador, chats, telefone celular. Por isso, são menos deslumbrados que os da Geração Y com chips e joysticks. Sua maneira de pensar foi influenciada desde o berço pelo mundo complexo e veloz que a tecnologia engendrou. Diferentemente de seus pais, sentem-se à vontade quando ligam ao mesmo tempo a televisão, o rádio, o telefone, música e internet. Outra característica essencial dessa geração é o conceito de mundo que possui, desapegado das fronteiras geográficas. Para eles, a globalização não foi um valor adquirido no meio da vida a um custo elevado. Aprenderam a conviver com ela já na infância. Como informação não lhes falta, estão um passo à frente dos mais velhos, concentrados em adaptar-se aos novos tempos.  

Enquanto os demais buscam adquirir informação, o desafio que se apresenta à Geração Z é de outra natureza. Ela precisa aprender a selecionar e separar o joio do trigo. E esse desafio não se resolve com um micro veloz. A arma chama-se maturidade. É nisso, dizem os especialistas, que os jovens precisam trabalhar. Como sempre. 

Fonte: Revista Veja Jovens. Edição Especial. Abril, setembro de 2012.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Prêmio Nobel da Paz para 2012

Medalha Nobel




O Comitê Nobel Norueguês decidiu que o Prêmio Nobel da Paz de 2012 é atribuído à União Europeia (UE). A União e os seus precursores têm por mais de seis décadas contribuído o avanço da paz e da reconciliação, democracia e direitos humanos na Europa.Nos anos entre as duas guerras, o Comitê Nobel fez vários prêmios às pessoas que foram buscar a reconciliação entre Alemanha e França.  

 
Desde 1945, que a reconciliação se tornou uma realidade. O sofrimento terrível na Segunda Guerra Mundial demonstrou a necessidade de uma nova Europa. Durante um período de 70 anos, Alemanha e França lutaram três guerras. Hoje uma guerra entre Alemanha e França é impensável. Isso mostra como, através de esforços e de uma construção de confiança mútua, inimigos históricos podem se tornar parceiros íntimos.Na década de 1980, a Grécia, Espanha e Portugal aderiram à UE. A introdução da democracia era uma condição para a sua adesão. A queda do Muro de Berlim fez adesão possível para vários países da Europa Oriental, abrindo assim uma nova era na história da Europa.

A UE está atualmente passando por graves dificuldades econômicas e agitação social considerável. O Comitê Nobel deseja se concentrar no que ele vê como resultado mais importante da UE: a luta de sucesso para a paz, a reconciliação, a democracia e os direitos humanos.
O trabalho da UE representa "fraternidade entre as nações", e equivale a uma forma dos "congressos de paz" aos quais Alfred Nobel se refere como critérios para o Prêmio da Paz, conforme seu testamento de 1895.

Oslo, 12 de outubro de 2012.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Atividades Learning English

 
Atividade 1 - Aula de Inglês (BBC.CO.UK) Learning English

 
Activity 1

 

1) Acessar o site: www.bbc.co.uk/worldservice/learningenglish/
 

2) Buscar WORDS IN THE NEWS: 2012 Video Stories

3) Assistir ao vídeo: The oldest underwear? 1 August 2012

4) Procurar repetir a pronúncia do vídeo (texto e palavras).

5) Prestar atenção ao novo vocabulário.

6) Fazer o exercício único solicitado na própria página. Depois, conferir ao lado as respostas.

7) Traduzir o texto (transcript) e enviar ao professor (com seu nome, nº, ano/série e data no e-mail: robson@robsongimenes.com.br


8) Incluir no e-mail com a tradução, sua opinião sobre a atividade realizada.

 

Grato pela atenção.

Robson Gimenes, Prof.



quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Dona Isabel, a Princesa Imperial do Brasil

Princesa Dona Isabel em 1910

Sua Alteza Imperial e Real Dona Isabel,
a Princesa Imperial do Brasil, Condessa d'Eu, A Redentora 

(Isabel Cristina Leopoldina Augusta Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga, de Orléans e Bragança - nascida de Bragança e Bourbon). Nasceu no Paço Imperial de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, no Brasil em 29 de julho de 1846. Nascida Princesa Dona Isabel do Brasil, veio a ser, em 1847, Princesa Imperial do Brasil, ou seja, herdeira presuntiva ao trono. Foi Regente do Brasil durante três ocasiões. Casou-se, em 1864, com o Marechal Louis Philippe Marie Ferdinand Gaston d'Orléans (1842-1922), Príncipe de França e Conde d'Eu.

Após seu casamento, ocorreu uma junção matrimonial entre a Casa de Bragança e a de Orléans, originando o nome Orléans e Bragança, que foi passado, exclusivamente, aos descendentes de Gaston d'Orléans e dona Isabel. Também, por ela ter sido a herdeira do trono imperial brasileiro, os seus descendentes - os Orléans e Bragança - são os atuais herdeiros da extinta coroa imperial do Brasil.

A princesa dona Isabel foi também a primeira senadora do Brasil, cargo a que tinha direito como herdeira do trono, a partir dos 25 anos de idade, segundo a Constituição Imperial do Brasil, de 1824 - a primeira carta constitucional brasileira.

Brasão Imperial

Com a morte de seu pai, em 1891, tornou-se a Chefe da Casa Imperial do Brasil e a primeira na linha sucessória ao extinto trono imperial brasileiro, sendo considerada, de jure, Sua Majestade Imperial, Dona Isabel I, Imperatriz Constitucional e Defensora Perpétua do Brasil, conforme a Constituição de 1824.
Uma das mulheres mais citadas na história do Brasil, Isabel Cristina Leopoldina de Bragança, a princesa dona Isabel, colocou um ponto final no dia 13 de maio de 1888 em uma das maiores manchas do país - a escravidão. Naquele domingo, a princesa dona Isabel assinou a Lei 3.353, mais conhecida como "Lei Áurea", declarando extinta a escravidão no Brasil, mesmo enfrentando muitas resistências dos fazendeiros e da elite em geral.

"A Princesa Imperial Regente, em nome de Sua Majestade, o Imperador dom Pedro II, faz saber a todos os súditos do império, que a Assembleia Geral decretou e ela sancionou a lei seguinte: Artigo 1º - É declarada extinta desde a data desta lei a escravidão no Brasil; Artigo 2º - Revogam-se as disposições em contrário"
, dizia o texto que libertou milhões de escravos, que por três séculos serviu de mão de obra para o crescimento do país.

Segunda filha de dom Pedro II e da imperatriz dona Teresa Cristina, a princesa dona Isabel foi, por três vezes, regente do império.

Em 28 de setembro de 1871, ela também sancionou a Lei do Ventre Livre, o primeiro passo efetivo para o fim da escravidão no Brasil - a lei estabelecia que todos os filhos de escravos estavam livres. A Lei do Ventre Livre foi assinada na época em que dom Pedro II fez a sua primeira viagem para a Europa, deixando, pela primeira vez, a princesa dona Isabel como regente do império.

Disposta a acabar com a escravidão no Brasil, a princesa dona Isabel pressionou o ministério, que era contrário à abolição. A pressão exercida pela princesa deu resultado e o Gabinete foi dissolvido e seus integrantes foram substituídos por pessoas que defendiam o fim da escravatura. Em abril de 1888, um mês antes da assinatura da Lei Áurea, ela entregou 103 cartas de alforria para alguns escravos, deixando claro que esperava da Câmara Federal a aprovação da lei, o que, de fato, aconteceu.

Com a morte de seu irmão mais velho, o príncipe dom Afonso, tornou-se a herdeira do trono e sucessora do seu pai quando tinha apenas 11 meses. O reconhecimento oficial como sucessora aconteceu no dia 10 de agosto de 1850. No dia 29 de julho de 1860, ao completar 14 anos, a princesa dona Isabel prestou juramento comprometendo-se a manter no Brasil a religião católica e ser obediente às leis e ao imperador.

Somente depois de 11 anos de casamento - fato raro à época -, é que princesa dona Isabel teve o seu primeiro filho, dom Pedro de Alcântara. Depois, vieram mais dois: dom Luiz Maria Felipe e dom Antônio Gusmão Francisco. Com a proclamação da República, em 1889, a família imperial embarcou para o exílio na Europa. Ao lado de amigos, filhos e netos, e com grande dificuldade para se locomover - precisava do auxílio de uma cadeira de rodas -, a princesa dona Isabel viveu os seus últimos dias na França, no Château d'Eu, na Normandia, onde morreu no dia 14 de novembro de 1921. Os seus restos mortais foram transferidos para o Rio de Janeiro, juntamente com os de seu marido, em 1953.

Château d'Eu, Normandia, França


domingo, 16 de setembro de 2012

Enfim, chegou o novo iPhone!

Enfim, chegou o novo iPhone!


Novo iPhone 5


 Corpo em alumínio e vidro, visor Retina Display com quatro polegadas, resolução de 640×1136 pixels por polegada e proporção 16×9, novo conector de pinos, miniaturizado, e um novo estilo para o emblemático fone de ouvido branco, os Earpods. O novo processador, o A6, preparado para rodar o novo sistema operacional, o iOS 6. Nova câmera iSight com 8 megapixels. Todos os rumores antes do lançamento se confirmaram e o iPhone 5 cresceu em tamanho na comparação com o antecessor 4S.

Já em largura e peso, ele diminuiu em relação ao iPhone 4S. A espessura com 7,6 milímetros é 18% menor do que a anterior e as 112 gramas de peso são 20% menor do que a do modelo que o antecedeu. Outra inovação do iPhone 5 é o aplicativo PassBook. Quem nunca quis fazer check-in online em uma companhia aérea para economizar tempo, mas não tinha uma impressora à disposição para imprimir o e-ticket? Agora, o iPhone se encarrega de salvar uma versão do e-ticket no aplicativo PassBook e que pode ser lida pelo leitor de código de barras na hora de embarcar.

A partir de US$ 199 (cerca de R$ 400), o iPhone 5 entrou em pré-venda nos Estados Unidos na última sexta-feira (14). No Brasil deverá chegar em dezembro. Para o mercado brasileiro, no entanto, será preciso adequações no aparelho e nos chips de telefonia móvel. De acordo com as frequências da próxima geração de banda larga móvel, a LTE (4G), o iPhone 5 comprado fora do país não vai ser compatível com a tecnologia 4G que será adotada no Brasil. Outro entrave inicial para o mercado brasileiro é o tamanho do chip. O iPhone 5 vai utilizar um chip de telefonia chamado de Nano SIM. A exemplo do que ocorreu com o Micro SIM, da quarta versão do iPhone, as operadoras brasileiras terão que se adaptar para compatibilizar o seu serviço com o telefone da Apple.

Na semana passada, a coluna comentou a disputa acirrada da Apple com a Samsung e perguntou aos leitores se eles preferiam telas menores ou maiores em seus smartphones. “Briga interessante de se ver”, afirmou o leitor Diego de Oliveira Santos. “A tela é um ponto forte, pois a plataforma dos jogos do iPhone cresce todo dia e uma tela maior seria melhor para jogabilidade”, afirmou o leitor que se identificou apenas como Marcelo.

Fonte: Arthur Fernandes, Jornalista. Correio de Uberlândia. 16/9/2012.

Um dos pontos altos na vida de um professor

Um dos pontos altos na vida de um professor é voltar à escola onde lecionou por muitos anos, em algum evento — uma mostra escolar, por exemp...